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miércoles, 11 de diciembre de 2013

Guerra del Paraguay: El fusil brasileño Dreyse

El Fusil brasileño de "aguja" Dreyse en la guerra de la Triple Alianza 

Si bien los fusiles rayados de avancarga "Minie", de calibre 14,8 mm dominaron el armamento de infantería brasileño, y como vimos volcaron la suerte de las armas hacia el lado aliado; también el alto mando imperial, conocedor de la gran victoria prusiana sobre Austria en julio de 1866, se interesó por obtener aquellos maravillosos fusiles que lograron tan aplastante triunfo. Fué así que para diciembre de 1866 ya habían 2.000 brasileños armados con fusiles de retrocarga sistema Dreyse. El batallón armado con estas armas fue comisionado para realizar el ataque al Reducto CIerva, en el extremo sobre el río Paraguay del gran polígono de Humaitá. Creo que atacaron en febrero de 1868, siendo rechazados por la artillería y metralla paraguaya, luego otras unidades los siguieron capturando finalmente el citado enclave, completando de esta manera el cerco completo de Humaitá.
Estos fusiles no fueron muy populares entre las tropas, tal vez por la dificultad en su manejo, de manera qeu fueron sustituidos por las carabinas de avancarga tan pronto como se pudo.
Vemos que no todos los puebles tienen en entrenamiento y la paciencia para manejar innovaciones.
Publico una imagen del Dreyse y su inventor



El gobierno imperial del Brasil, ya hacía tiempo se había encargado de conseguir algunos ejemplares del fusil de aguja de Dreyse. He aquí un escrito, es un poco trabajoso leerlo porque está en portugués, y es de la historia del ejército brasileño. Pero es muy detallista y minucioso en los eventos que tienen que ver con la historia del Dreyse brasileño:

"A Dreyse foi a primeira arma realmente moderna (usando como padrão o vindouro século XX) a ser adotada pelo Exército Brasileiro. Apesar disso, é praticamente desconhecida, tanto na historia, quanto na documentação Brasileira.

Era um fuzil (se é que podemos usar este termo), de retrocarga e de ferrolho, usando um cartucho de papel combustível, ou seja, que se consumia durante o disparo. Seu nome comum era espingarda de agulha (ou "de alfinete", como seu usava na época), pois o percussor tinha a forma de uma agulha bem fina. Este, ao disparar a arma, atravessava o cartucho e a carga, para detonar a espoleta, presa à bala. Apesar do nome dado a ela no Brasil, não era uma espingarda, o seu comprimento a equiparando a uma carabina tradicional.

Apesar do que alguns autores colocam, foi feita apenas uma compra delas (provavelmente em 1850, pois já estavam aqui naquele ano), em Hamburgo, imaginando-se que seria um bom equipamento para distribuição aos mercenários alemães contratados para a campanha contra Rosas (1851). Consideramos este fato curioso, já que Hamburgo não fazia parte do Reino da Prússia e estas armas eram consideradas quase que como um "segredo de estado", não havendo, aparentemente, justificativa para a sua vinda para um país de pouca importância para os europeus, como o Brasil.
Certamente não eram armas regulamentares prussianas, como pode ser comprovado pela compra de um pequeno número de clavinas de Cavalaria – que não eram usadas por aquele país, pelo menos naquele período. Infelizmente, como existem no Brasil dezenas de Dreyses – de diferentes modelos, algumas com a modificação de Beck, de 1870 (!) – e como quase não há informação documental sobre elas, não podemos dizer muito sobre os modelos específicos usados aqui.
Seu emprego, entretanto, é bem mais conhecido. Compradas para a campanha de 1852-53, segundo o relatório do Ministério publicado em 1853, um pequeno número (não mais do que 190 armas) participou da campanha de Caseros. Há também informações que as clavinas foram distribuídas para a Cavalaria e para os colonos do Rio Grande do Sul. A curta experiência de uso no campo, não deve ter sido muito boa, já que foram colocadas em depósito logo após as operações – o mesmo não acontecendo com as tige, que ficaram em uso no 1º Batalhão de Infantaria. Em 1855 elas reaparecem novamente, cedidas temporariamente pelo Exército à Marinha, para armar as praças do Corpo de Infantaria de Marinha que compunha a expedição que iria ao Paraguai. Novamente, não devem ter sido bem vistas, pois retornaram ao depósito.

No início da Guerra do Paraguai, em 1866, foi feita uma avaliação das armas existentes no Arsenal de Guerra, mas o parecer foi negativo. Em 1868, tendo em vista o papel mais ativo do futuro Duque de Caxias na condução da guerra, elas voltaram a ser distribuídas. Como diz Dionísio Cerqueira sobre o ataque ao forte do Estabelecimento, onde elas foram usadas:

"O 15º [Batalhão], mais conhecido por Batalhão de agulha ou de atiradores, ia na testa, comandado pelo Méier, o nosso estimado instrutor de tige da Escola Militar. Estava armado com espingardas de agulha, das que deram aos prussianos de Moltke e Guilherme I as suas estupendas vitórias; e fora constituído por praças escolhidas dos outros corpos".
Infelizmente, o mecanismo das Dreyse era muito pesado, tornando a arma imprópria para o uso de caçadores (Infantaria ligeira). Além disso era delicado, pois a agulha, sujeita às temperaturas elevadas do disparo, destemperava-se com facilidade, quebrando-se e inutilizando temporariamente a arma. Finalmente, não havia previsão para a vedação da culatra, a não ser pelo ajuste mecânico das peças. Após alguns disparos, a sujeira se acumulava no ferrolho, fazendo com que gases escaldantes escapassem da arma, no rosto do atirador – uma coisa que, no mínimo, era extremamente incômoda.

Assim, durante o combate, as armas não foram muito bem sucedidas, como Dionísio Cerqueira complementa:
"Os soldados do 15º lançavam fora as espingardas de agulha, que falhavam muito e se apoderavam para combater das Miniés dos mortos e feridos dos outros batalhões"
Após esta batalha, as armas foram recolhidos a depósito, desaparecendo de nossa história, não sendo sequer mencionadas no Manual do Soldado Artilheiro, de 1872."

Publico u
na imagen que venía adjunta al artículo anteriormente citado, mostrando la "Única imagem conhecida de Dreyse publicada no Brasil. A peça de baixo é a agulha, que servia de percussor para o cartucho."